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Minha primeira vez aos 15 anos (explícito +18) - Página 1



  1. Tópico

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      BaddyNyaa

      Minha primeira vez aos 15 anos (explícito +18)

      Aqui vai o relato cru da minha primeira vez, com tudo que rolou antes e durante. Eu tinha 15 anos, loira clarinha, cabelo ondulado caindo nos ombros, corpo já bem formado: peitos cheios e empinados (C/D natural, biquinhos pequenos e rosados que endurecem fácil e marcam na roupa), cintura fina, quadril largo, coxas grossas e macias que se tocam, bundinha redonda que estica qualquer shortinho. Bucetinha rosa clarinha, lábios fininhos e sensíveis, clitóris pequeno que incha rápido quando tô excitada. Ainda sou exatamente assim, só que menos tímida e reprimida.
      Respostas:
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      BaddyNyaa

      A gente saía da escola e ia pra casa dele almoçar (ficava no caminho pra minha). Nesse dia a mãe dele não tava. Eu vestia a calça azul escuro do uniforme de tactel (elástica, justa nas coxas, marcando a bundinha), camiseta branca simples do uniforme, sutiã branco velho (já transparente de tanto uso) e calcinha preta apertadinha que entrava no bumbum (incomoda pra caralho). Libido no talo, coração disparado só de imaginar o que poderia rolar.
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      BaddyNyaa

      Entramos, ele trancou a porta e já me puxou pro beijo. Língua na boca, saliva misturando, mãos dele apertando minha cintura, subindo pros peitos por cima da roupa. Eu sentia o pau dele duro roçando na minha barriga, grosso e quente pela calça. Ele foi mais ousado porque estávamos sozinhos: enfiou a mão por dentro do cós elástico da calça tactel, esticando o tecido e roçando por cima da calcinha preta. Meu clitóris já tava inchado, a calcinha grudada de umidade. Eu gemi na boca dele, pernas tremendo, não consegui dizer não.
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      BaddyNyaa

      Ele me jogou no sofá, deitou em cima, corpo pesado contra o meu. Beijava meu pescoço, mordia de leve, apertava meus peitos com força até os biquinhos pequenos ficarem duros e apontarem no sutiã. Tirei a camiseta dele, passei a mão no peito dele, desci pra calça e apertei o pau por cima. Ele gemeu rouco "porra, Baddy continua". (nome fictício, óbvio).
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      BaddyNyaa

      Aí ele puxou o cós elástico da minha calça tactel pra baixo junto com a calcinha preta. O tecido esticou fácil, desceu até a metade da coxa, quase nos joelhos. Minha bucetinha rosa exposta, lábios fininhos inchados e brilhando toda molhada, clitóris pequeno latejando pedindo dedo. Eu alertei baixinho "sou virgem, vai devagar". Ele perdeu o controle: beijava minha boca com fome, alisava minhas coxas grossas, subia pros peitos, apertava os biquinhos rosados. Dedos dele circulando meu clitóris devagar, depois mais rápido.
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      BaddyNyaa

      Eu tremia toda, quadril subindo sozinho, boceta contraindo no vazio, molhada escorrendo pelas coxas. "Tá tão molhada, amor quer continuar?" Perguntou ofegante. Eu quis. Só saía o sim da minha boca nesse momento.
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      BaddyNyaa

      Ele tirou o pau pra fora: médio grosso, com veias, cabecinha vermelha brilhando de pré gozo, pulsando na mão dele. Eu já tinha apertado por cima da calça antes, mas ver pessoalmente me deixou louca. Ele passou a cabeça na minha entrada rosa, esfregando devagar nos lábios, no clitóris, me provocando até eu gemer alto "ai porra entra logo".
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      BaddyNyaa

      Ele parou, foi no quarto pegar camisinha, voltou rapidinho. Me virou de bruços no sofá (pra ficar mais confortável, acho), pernas abertas, coxas tremendo. Puxou minha calcinha de vez, fiquei sem nada da cintura pra baixo, bucetinha pingando no tecido do sofá. Ele se posicionou atrás, de joelhos entre minhas pernas, e com as duas mãos abriu minha bunda devagar, separando as nádegas redondas e firmes pra ver melhor tudo. Senti o ar frio batendo na entrada exposta, a vergonha queimando no rosto enquanto ele olhava minha bucetinha rosa apertadinha e o cuzinho piscando de nervoso.
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      BaddyNyaa

      "Que bundinha linda, amor abre mais pra mim" ele murmurou rouco, apertando a carne macia e separando ainda mais. Meu corpo todo arrepiou, tesão misturado com timidez, eu empinei o quadril sem querer, facilitando.
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      BaddyNyaa

      Colocou a camisinha, encostou a cabeça na entrada e empurrou devagar. A primeira penetração foi assim: pressão forte na entrada apertadíssima, sensação de rasgar devagar, ardência queimando enquanto o pau grosso abria caminho pela bucetinha. Doeu pra cacete no começo. Eu mordi o lábio, lágrimas nos olhos, "devagar dói". Ele parou com metade dentro, beijou minhas costas, sussurrou "relaxa respira amor".
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      BaddyNyaa

      Meu corpo tremia, boceta contraindo forte em volta dele, como se quisesse expulsar e puxar ao mesmo tempo. Fiquei sentindo aquilo ardendo dentro, pulsando, preenchendo tudo. Pareceu uma eternidade aqueles segundos. Dor misturada com um calor estranho gostoso, a bucetinha se acostumando, molhada escorrendo mais pelas coxas.
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      BaddyNyaa

      Depois ele começou o vai e vem lento: saía um pouco, entrava fundo de novo. Cada movimento fazia um barulhinho molhado e grudado, tipo um "ploc ploc" baixinho misturado com o som da pele batendo de leve na minha bunda, e o sofá rangendo um pouco com o peso dele. Doeu bastante no início, cada estocada batendo no fundo, pau roçando nas paredes apertadas da minha ppk, o som ficando mais alto e molhado à medida que eu ficava mais lubrificada apesar da dor.
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      BaddyNyaa

      Não senti muito tesão na penetração em si, era mais pressão ardor corpo tenso. Mas eu gemia, quadril mexendo involuntário, peitos roçando no tecido do sofá com os biquinhos duros. Ele acelerou um pouco, metendo mais forte, gemendo "tá tão apertada porra". Gozou rápido: gemeu alto, meteu fundo, pau pulsando dentro de mim (na camisinha), tremendo todo. Eu senti as contrações dele, o pau inchando e esvaziando.
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      BaddyNyaa

      Ele saiu devagar, tirou a camisinha cheia, pediu desculpas "foi rápido demais não aguentei". Ficamos preocupados (eu sem anticoncepcional, coração na boca até a menstruação descer kkkk). Ele jogou a camisinha no lixo do banheiro, depois levou a sacolinha pra cesta de uma vizinha pra mãe não ver rsrs.
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      BaddyNyaa

      Quando me levantei do sofá, senti tudo diferente lá embaixo. Minha bucetinha que era rosa clarinha tinha ficado vermelha inchada e ardendo forte, tipo uma queimação que pulsava o tempo todo. No banheiro, quando fui fazer xixi, ardeu tanto que eu soltei um gritinho baixo e meus olhos encheram d'água de novo a urina passando na entrada sensível e inflamada era insuportável, parecia fogo. O dia inteiro depois disso incomodou pra caralho: ao sentar na cadeira da sala, na mesa do almoço, caminhar de volta pra casa foi uma tortura, eu sentia uma pressão ardente constante
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      BaddyNyaa

      Tinha que ficar mudando de posição, pernas meio abertas, bundinha levantada um pouco pra não encostar direto. Caminhava devagar, sentindo a calcinha roçando e irritando mais ainda a pele vermelha e sensível. Mas ao mesmo tempo tinha um orgulho esquisito, tipo "aconteceu mesmo, minha bucetinha aguentou um pau todinho". Foi dolorido pra caralho, mas libertador.
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